Fer: como assim o que é isso? É um roxo ué.
Luan: quem fez isso Fernanda? - me
olhou apavorado.
Fer: uma pessoa ai, não importa.
Luan: como não importa? A pessoa te bateu? - me olhou preocupado.
Fer: nã... não. - entrei em casa e ele veio atrás.
Luan: não mente pra mim, vai ser pior.
Fer: me bateu, satisfeito? - parei e o olhei.
Luan: quem?
Fer: eu não sei, não conheço.
Luan: aah claro, do nada alguém parou você e te bateu. Super normal, vejo isso todo dia.
Fer: foi tipo isso. Eu acho que eram suas fãs, eu tava voltando pro carro, quando elas me pararam e começaram a me acusar de um monte de coisa. Aí uma delas, segurou meu braço e deu tapa na minha cara.
Luan: sério? - me olhou desconfiado.
Fer: não não, inventei sabe?! Amo inventar que pessoas me batem.
Luan: isso ta errado, eu tenho que falar com elas.
Fer: não Rafael, não precisa. Vão achar que a gente tem alguma coisa ainda. E elas estavam falando que eu tava inventando sobre o Bê ser seu filho e tals.
Luan: como elas sabem que ele é meu filho?
Fer: não sabem, mas desconfiam né?!!
Luan: já ta hora de falar né?
Fer: não sei, faz o que você quiser. Agora já pode ir...
Luan: grossa - deu um beijo na testa de Bernardo e saiu.
Como já eram umas 13:30 resolvi me arrumar pra almoçar fora e depois ir até o cemitério com o Bê. Deixei ele no moisés, assistindo no iPad um desenho qualquer, só pra ele se entreter enquanto eu tomava banho.
Tomei um banho bem rápido e de roupão mesmo, arrumei Bernardo , coloquei ele de novo pra assistir o tal desenho e fui me trocar:
Depois que nós dois estávamos prontos, fomos pro carro, estava colocando Bernardo na cadeirinha dele, quando Bruna saiu de sua casa e assim que me viu, veio até mim.
Bruna: onde vocês vão? - chegou do meu lado.
Fer: almoçar em algum lugar, e depois vou no cemitério.
Bruna: porque amiga? Alguém morreu?
Fer: não, quer dizer, sim... Morreu a quinze anos. A minha mãe - sorri de lado.
Bruna: aai amiga, sinto muito. Mas não quer que eu vá junto?
Fer: não precisa amiga, nem vou demorar, vou rapidão lá.
Bruna: mas...
Fer: é sério, não precisa, juro.
Bruna: então ta - sorriu - quando voltar pra ca me liga.
Fer: ligo sim.. Beijos.
Bruna: beijo.
Fomos almoçar, na verdade eu. Bernardo ficou no bebe conforto, em cima de uma cadeira, fui no subway mesmo.
Depois passei em uma floricultura e quando estava entrando no carro, pra ir pro cemitério, Luan me ligou.
Luan: Oii, onde você ta?
Fer: no carro.
Luan: mas em que local?
Fer: em uma floricultura.
Luan: qual? Me fala o endereço, e me espera ai.
Fer: como assim? Eu to indo pro cemitério agora, não da.
Luan: me espera, pra mim ir com
vocês, já sai do condomínio.
Fer: pra que isso?
Luan: já são quase cinco horas, é perigoso ir no cemitério uma hora dessas.
Fer: eu não me import... - me interrompeu.
Luan: cala a boca e me manda a localização pelo whats, tchau.
Bufei, e mandei logo. Não estava entendendo nada, porque ele estava agindo assim comigo? Preocupado? Não viaja Maria Fernanda, deve estar preocupado com o seu filho, isso sim.
Já tinha se passado uns 30 minutos, e eu estava sem paciência nenhuma. Quando eu acho que não podia piorar o Bernardo começa a chorar. Normal, se eu não estava com paciência, imagina ele.
Olhei pra trás e tentava o acalmar de todas as formas possíveis, mas nenhuma dava certo. Bufei, era tudo culpa do Rafael.
Tirei Bernardo da cadeirinha e comecei a brincar e conversar com ele, que foi se acalmando, e agora gargalhava. Decidi que iria sem Luan mesmo, com um pouco de dificuldade coloquei Bê no seu devido lugar, e já ia manobrando o carro para tirá-lo dali, quando me assusto com algum ser batendo na janela do carro.
Fer: filho da mãe - falei brava e destravei o carro.
Luan: tava fugindo né?
Fer: mas é claro, depois de quase uma hora. - disse irritada - vai deixar seu carro aí?
Luan: sim, depois a gente volta pra pegar ele.
No som do carro, estava com o CD do Lucas Lucco, quando Luan viu que eu sabia a maioria das músicas fez careta e me olhou.
Luan: vai ajudar a concorrência mesmo?
Fer: pensei que fossem amigos. - estranhei, afinal eles eram mesmo.
Luan: e somos, mas ele continua sendo concorrente.
Fer: para de bobeira, agora que eu já comprei o CD e o DVD, eu já ajudei, então só me resta ouvir.
Luan: o DVD também? Você não tem nem um CD meu, e dele tem o CD e o DVD ainda? Sacanagem.
Fer: aah, mas ele canta bem ué, eu gosto das musicas dele.
Luan: eu não canto bem? Minhas musicas não são boas? - dizia inconformado.
Fer: canta mais ou menos, e suas musicas são até que boazinhas.
Luan: boazinhas é o escambau. - resmungou irritado e eu segurava pra não rir.
Fer: mas a minha opinião nem importa né? Sou só mais uma.
Luan: quem disse isso?
Fer: você. Vai falar que sou mentirosa também?!
Luan: essa Bruna é uma fofoqueira mesmo.
Fer: você que falou que ela podia me contar tudo.
Luan: não pensei que ela fosse levar ao pé da letra.
...
Chegamos no cemitério e já se passavam das 18:00 horas, Luan ficou aflito já que estava meio escuro.
Fer: então fica com o Bê aqui, que eu vou lá rapidão e volto.
Luan: cê ta louca? - arregalou os olhos - vamos logo, se não vai escurecer mais.
Estava caminhando pro lugar onde ficava o caixão da minha mãe e a cada passo que a gente dava, ele reclamava que era muito longe, e que podíamos nos perder.
Fer: se você não calar a porra dessa boca, eu vou esquecer que o meu filho está aqui, e vou te bater.
Luan: desculpa, mas é porque...
Fer: só fica quieto.
Caminhamos mais um pouco e enfim chegamos, fiquei cerca de uns 20 minutos lá, rezando, acendi algumas velas e deixei as flores. Já eram 19:35 quando estávamos voltando, Luan ia mais depressa que tudo, já que estava a noite de verdade agora
Luan: aí meu Deus - me olhou aflito - eu vi um vulto.
Fer: para com isso e vamos logo - falei tentando não transparecer o medo que eu também sentia.
Luan: eu to falando sério, acho melhor a gente correr.
Fer: já estamos chegando na saída, não a necessidade - não estávamos tão perto assim da saída.
Luan foi resmungando o caminho inteiro, e quando nós já víamos o portão da saída, apareceu uns 4 seres esquisitos. Eram humanos, mas estranhos, com roupa de bruxos, os olhos deles eram de cores fora do comum, tipo rosa, vermelho. E um deles carregava uma faca extremamente gigante.
Quando Luan viu eles, deu um grito, tão de gay, que eu não sabia se ria ou chorava.
- O que fazem no nosso território? Como ousam entrarem neste local, no nosso horário?
Luan: desculpa moço, mas só fomos visitar o caixão da mãe dela, que morreu faz quinze anos. Estávamos indo embora já, será que pode deixar a gente sair? - eu abracei Bernardo que graças a Deus dormia nos meus braços.
- A gente pode até deixar - uma menina falou dessa vez - com uma condição?
Fer: qual? - indaguei com receio.
- Tem que deixar o bebê com a gente - sorriu e todos os outros concordaram.
Luan: oi?
OIIIE GURIAS E GURIS, HOJE TA MEIO PEQUENO, MAS EU QUERO DEIXAR VOCÊ CURIOSAS(OS)...
O QUE SERÁ QUE VAI ACONTECER GENTEN? NO SEI.
QUERO MUITOS COMENTÁRIOS, BEIJOCAS

Minha Nossa, quem são esses seres malucos? Pqp. Tomara que não aconteça nada com o Ber. Continua
ResponderExcluirkkkkkkkk luan se cagando de medo so rindokkkkkkkkkkk tomara que nao aconteça nada com o be continua bjs Ana
ResponderExcluirVocê vai me mata de curiosidade e não vou saber o final :( aí que bom que a Fernanda disse a verdade pro Luan.
ResponderExcluiradoro sua fic *-* continua logo , to morta de curiosidade
ResponderExcluirSó eu q acho q no meio desse povo doido tá a Isa e a Bruna??? kkkkkkk
ResponderExcluirQue curiosidade que eu to ;/ ' posta logo
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