sexta-feira, 5 de junho de 2015

Capítulo 33

Fer: amor volta aqui. Não é isso poxa.. – falei na tentativa falha de fazer ele voltar. – Cida, pode tira a comida da mesa quando termina de comer ok? Eu vou lá no Rafa, beijos – beijei a testa dela e fui de pijama mesmo pra casa dele.

Cheguei na porta e toquei a campainha.

Luan: quem é? – perguntou sem abrir a porta ainda.

Fer: sou eu amor, abre aqui.

Luan: não, to bravo com você. – falou emburrado.

Fer: eu to de pijama e não vou sair daqui até você abrir. E você sabe né, pode passar um cara e... – ele abriu a porta.

Luan: e nada – me puxou pra dentro e eu pulei no seu colo.


Fer: Rafa, não foi uma desculpa, você só tem que passar mais tempo com a sua família, e eu não quero atrapalhar vocês. – fiz bico.

Luan: você nunca atrapalha, todo mundo adora você.

Fer: mas a sua mãe deve ficar brava que essa menina nunca deixa o filho dela em paz. – ele revirou os olhos.

Luan: ela ama que você nunca me deixe em paz, dorme aqui hoje? – perguntou manhoso.

Fer: amor, eu já disse que... – me interrompeu.

Luan: vamos fazer um trato?

Fer: depende. – o olhei desconfiada.

Luan: você dorme aqui, ai de manhãzinha você toma café com nós, se a minha mãe não pedi pra você ficar pro almoço, você pode ir, e ai eu vou lá na sua casa só na segunda. Caso ela peça, você dorme aqui de novo. – me olhou tentador.

Fer: dorme aqui de novo não amor, não pode, eu fico até a noite se ela pedir então.

Luan: ai não tem graça. – me soltou e cruzou os braços, enquanto eu fiquei presa só com as pernas na sua cintura e as minhas mãos no seu pescoço.

Fer: ta bom seu chato. – ele me beijou. – agora vamos pro seu quarto antes que sua mãe desça aqui.

Luan: huuum – me olhou safado – pro meu quarto, gostei disso.

Fer: esqueceu que eu estou de greve? – sussurrei no seu ouvido, enquanto ele subia as escadas comigo em seu colo ainda.

Luan: aah não – parou em um degrau e me olhou. – bora esquecer essa ideia amorzim. – me olhou pidão.

Fer: vou pensar. – ri maléfica e ele voltou a subir as escadas.

Ele chegou no quarto e começou a me beijar, depois me deitou na cama, ficando por cima de mim:



Fer: amor, a gente ta na casa dos seus pais, melhor não.

Luan: não tem problema não – continuo me beijando.

Fer: tranca a porta pelo menos. – falei ofegante e ele começou a beijar meu pescoço e foi descendo pela minha barriga. Sem delongas, ele tirou o meu short e meu pijama e me penetrou com o dedo, depois colocou a língua pra ajudar no serviço.

Quando estava preste a chegar no meu máximo, ele parou de fazer o que estava fazendo e voltou pra cima, me beijou e deitou na cama de barriga pra cima e começou a usar o celular.

Fer: se ta  brincando né? – o olhei com raiva e ele negou segurando o riso.

Bufei e coloquei minha calcinha e meu shorts de novo, e tirei minha blusa, ficando apenas de sutiã.



Como meu celular estava em uma mesinha do lado onde ele estava, eu me inclinei pra pegar e meus seios ficaram em sua cara.

Luan: nada vai fazer  a gente transar hoje – suspirou quando eu me deitei ao seu lado.

Fer: tem certeza? – me ajoelhei na cama, onde estava deitada antes, ele assentiu. – então ta. - Tirei o sutiã e deitei ao seu lado me cobrindo e o abraçando. Deixando os meus seios em contato com a sua pele.

Luan: puta que pariu. – resmungou e eu o apertei mais em meus braços.

Ele estava concentrado no seu celular, as vezes ele dava uma olhada em mim e bufava, eu não iria desistir. Fui descendo a minha mão pelo seu abdômen e sentia ele se arrepiando. Coloquei a minha mão por baixo da sua cueca e comecei a masturba-lo, ele fechou os olhos e gemia baixinho.

Luan: dane-se essa bosta de vingança. – ficou por cima de mim.

Arrancou o meu short e minha calcinha, e tirou seu pau já duro pra fora, me penetrando com força, me fazendo gritar.

Fer: Rafael, devagar. Seus pais... – falei ofegante – vão ouvir. – tentava conter os meus gemidos.

Luan: isolamento acústico, ninguém ouve nada neguinha. – gemia também.

Fer: então vai mais rápido, vai. – gemia alto.

...

“toquinho do iphone”

Fer: desliga essa budega ai vei. – coloquei o cobertor na minha cara.

Luan: não mor – falou sonolento – é o despertador pra gente ir tomar café com a minha mãe.

Fer: não quero, to com sono.

Luan: vai fazer essa desfeita pra sogrinha?

Fer: idiota. Só por causa dela – levantei. – nem tenho roupa, e agora?

Luan: vai de pijama mesmo.

Fer: até parece.

Fui até o guarda roupa dele, e peguei uma camisa dele que ficava parecendo um vestido. Tomei um banho, coloquei a mesma calcinha e a camisa dele. Fui no quarto da Bru e ela estava dormindo, peguei um cintinho e arrumei ali mesmo, aproveitei e passei uma maquiagem básica.

Voltei pro quarto e chamei o Luan, eles já estavam tomando café.

Mari: minha filha, nem estava sabendo que você veio dormir aqui – sorriu – senta ai vocês dois e tomem café com a gente.

Fer: Oi Tia Mari, você já estava no quarto quando vim pra ca. Oii Tio – sorri pra ele.

Amarildo: Oii querida – sorriu de volta.

Mari: como que foi a viagem?

Fer: foi ótima, tirando as crises de ciúmes que seu filho teve. – bebi um gole do meu café e o 
Luan revirou os olhos.

Mari: imagino – rimos – foram muitas né??

Luan: eei, eu to aqui ok? Vamos parar de falar disso – falou emburrado.

Amarildo: eu vou ao mercado comprar as coisas pro almoço antes que feche. – deu um selinho na Mari e um beijinho na minha testa e saiu.

Mari: falando em almoço, você vai almoçar aqui né querida? – me olhou sorrindo e o Luan me encarou com uma sobrancelha erguida.

Fer: eu.. eu? – a olhei sem graça.

Luan: vai sim mãe.

Mari: então vou ligar pro Amarildo e dizer pra ele comprar as coisas pra fazer um strogonoff de carne. A comida preferida da minha norinha. – saiu com o celular na mão.

Luan: aiin sabe, a sua mãe não gosta de mim. – fez uma voz afeminada e fingiu o jogar o cabelo pro lado.

Fer: idiota – bati no seu braço.

...

Hoje era quinta feira e o meu Rafa iria viajar amanhã, a greve já tinha acabado, mas hoje ele iria 
vir dormir aqui, e às 11h30min da manhã ele já ia viajar.

Fer: Cida, eu não quero. Já disse, almocei tarde e estou sem fome.

Cida: mas meninas, você almoçou já faz mais de três horas. Não quer ter um piripaque de novo não é, então coma.

Fer: não quero. – cruzei os braços e fiz um bico enorme.

Cida: não quer que eu ligue pro Luan, ou quer??

Luan: ligar pra que? – chegou na sala de jantar.

Fer: meu amor – o abracei.

Cida: não vai acreditar, ela não quer... – a interrompi.

Fer: não conta Cida, não conta.

Luan: pode contar Cidoca.

Comecei a gritar que nem uma louca pra ele não ouvir, mas ele tampou a minha boca enquanto eu babava tudo na mão dele.

Cida: ela não quer jantar, esta fazendo o maior escândalo.

Luan: deixa comigo que ela vai comer – sorriu pra ela que saiu. – amor vai comer.

Fer: não quero, não quero.

Luan: porque não?

Fer: não quero – comecei a chorar sei la porque.

Luan: se ta zuando né? Se ta chorando só porque não quer comer? – assenti – aii meu Deus, que menina mais manhosa. – me pegou no colo e me colocou sentada na cadeira. – come vai amor, 
sem manhã. Se sabe que você precisa.

Fer: então come também.

Luan: mas eu já comi amor.

Fer: eu também já comi na hora do almoço sabia?

Luan: mas eu acabei de com... – o interrompi.

Fer: se você não comer, eu não como. – fiz um bico.

Luan: sua chantagista de uma figa - fez careta e eu gargalhei servindo a comida.

Fer: melhor namorado ever.

3 comentários:

  1. To morta um dos melhores capitulos kkkk

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  2. Leitora nova aqui.
    E vim pra ficar.
    Cont mais São lindos juntos.
    Eita fer. Kkkkkk
    Vai fazer o luan começou.

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