Fer: amor
volta aqui. Não é isso poxa.. – falei na tentativa falha de fazer ele voltar. –
Cida, pode tira a comida da mesa quando termina de comer ok? Eu vou lá no Rafa,
beijos – beijei a testa dela e fui de pijama mesmo pra casa dele.
Cheguei na
porta e toquei a campainha.
Luan: quem
é? – perguntou sem abrir a porta ainda.
Fer: sou eu
amor, abre aqui.
Luan: não,
to bravo com você. – falou emburrado.
Fer: eu to de
pijama e não vou sair daqui até você abrir. E você sabe né, pode passar um cara
e... – ele abriu a porta.
Luan: e nada
– me puxou pra dentro e eu pulei no seu colo.
Fer: Rafa, não
foi uma desculpa, você só tem que passar mais tempo com a sua família, e eu não
quero atrapalhar vocês. – fiz bico.
Luan: você
nunca atrapalha, todo mundo adora você.
Fer: mas a
sua mãe deve ficar brava que essa menina nunca deixa o filho dela em paz. – ele
revirou os olhos.
Luan: ela
ama que você nunca me deixe em paz, dorme aqui hoje? – perguntou manhoso.
Fer: amor,
eu já disse que... – me interrompeu.
Luan: vamos
fazer um trato?
Fer:
depende. – o olhei desconfiada.
Luan: você
dorme aqui, ai de manhãzinha você toma café com nós, se a minha mãe não pedi
pra você ficar pro almoço, você pode ir, e ai eu vou lá na sua casa só na
segunda. Caso ela peça, você dorme aqui de novo. – me olhou tentador.
Fer: dorme
aqui de novo não amor, não pode, eu fico até a noite se ela pedir então.
Luan: ai não
tem graça. – me soltou e cruzou os braços, enquanto eu fiquei presa só com as
pernas na sua cintura e as minhas mãos no seu pescoço.
Fer: ta bom
seu chato. – ele me beijou. – agora vamos pro seu quarto antes que sua mãe
desça aqui.
Luan: huuum –
me olhou safado – pro meu quarto, gostei disso.
Fer:
esqueceu que eu estou de greve? – sussurrei no seu ouvido, enquanto ele subia
as escadas comigo em seu colo ainda.
Luan: aah não
– parou em um degrau e me olhou. – bora esquecer essa ideia amorzim. – me olhou
pidão.
Fer: vou pensar.
– ri maléfica e ele voltou a subir as escadas.
Ele chegou
no quarto e começou a me beijar, depois me deitou na cama, ficando por cima de
mim:
Fer: amor, a
gente ta na casa dos seus pais, melhor não.
Luan: não tem
problema não – continuo me beijando.
Fer: tranca
a porta pelo menos. – falei ofegante e ele começou a beijar meu pescoço e foi
descendo pela minha barriga. Sem delongas, ele tirou o meu short e meu pijama e
me penetrou com o dedo, depois colocou a língua pra ajudar no serviço.
Quando
estava preste a chegar no meu máximo, ele parou de fazer o que estava fazendo e
voltou pra cima, me beijou e deitou na cama de barriga pra cima e começou a usar
o celular.
Fer: se
ta brincando né? – o olhei com raiva e
ele negou segurando o riso.
Bufei e
coloquei minha calcinha e meu shorts de novo, e tirei minha blusa, ficando
apenas de sutiã.
Como meu
celular estava em uma mesinha do lado onde ele estava, eu me inclinei pra pegar
e meus seios ficaram em sua cara.
Luan: nada
vai fazer a gente transar hoje –
suspirou quando eu me deitei ao seu lado.
Fer: tem
certeza? – me ajoelhei na cama, onde estava deitada antes, ele assentiu. – então
ta. - Tirei o sutiã e deitei ao seu lado me cobrindo e o abraçando. Deixando os
meus seios em contato com a sua pele.
Luan: puta
que pariu. – resmungou e eu o apertei mais em meus braços.
Ele estava
concentrado no seu celular, as vezes ele dava uma olhada em mim e bufava, eu não
iria desistir. Fui descendo a minha mão pelo seu abdômen e sentia ele se
arrepiando. Coloquei a minha mão por baixo da sua cueca e comecei a masturba-lo,
ele fechou os olhos e gemia baixinho.
Luan:
dane-se essa bosta de vingança. – ficou por cima de mim.
Arrancou o
meu short e minha calcinha, e tirou seu pau já duro pra fora, me penetrando com
força, me fazendo gritar.
Fer: Rafael,
devagar. Seus pais... – falei ofegante – vão ouvir. – tentava conter os meus
gemidos.
Luan:
isolamento acústico, ninguém ouve nada neguinha. – gemia também.
Fer: então vai
mais rápido, vai. – gemia alto.
...
“toquinho do
iphone”
Fer: desliga
essa budega ai vei. – coloquei o cobertor na minha cara.
Luan: não
mor – falou sonolento – é o despertador pra gente ir tomar café com a minha
mãe.
Fer: não quero,
to com sono.
Luan: vai
fazer essa desfeita pra sogrinha?
Fer: idiota.
Só por causa dela – levantei. – nem tenho roupa, e agora?
Luan: vai de
pijama mesmo.
Fer: até
parece.
Fui até o
guarda roupa dele, e peguei uma camisa dele que ficava parecendo um vestido. Tomei
um banho, coloquei a mesma calcinha e a camisa dele. Fui no quarto da Bru e ela
estava dormindo, peguei um cintinho e arrumei ali mesmo, aproveitei e passei
uma maquiagem básica.
Voltei pro
quarto e chamei o Luan, eles já estavam tomando café.
Mari: minha
filha, nem estava sabendo que você veio dormir aqui – sorriu – senta ai vocês
dois e tomem café com a gente.
Fer: Oi Tia
Mari, você já estava no quarto quando vim pra ca. Oii Tio – sorri pra ele.
Amarildo:
Oii querida – sorriu de volta.
Mari: como
que foi a viagem?
Fer: foi ótima,
tirando as crises de ciúmes que seu filho teve. – bebi um gole do meu café e o
Luan revirou os olhos.
Mari:
imagino – rimos – foram muitas né??
Luan: eei,
eu to aqui ok? Vamos parar de falar disso – falou emburrado.
Amarildo: eu
vou ao mercado comprar as coisas pro almoço antes que feche. – deu um selinho
na Mari e um beijinho na minha testa e saiu.
Mari:
falando em almoço, você vai almoçar aqui né querida? – me olhou sorrindo e o
Luan me encarou com uma sobrancelha erguida.
Fer: eu..
eu? – a olhei sem graça.
Luan: vai
sim mãe.
Mari: então vou
ligar pro Amarildo e dizer pra ele comprar as coisas pra fazer um strogonoff de
carne. A comida preferida da minha norinha. – saiu com o celular na mão.
Luan: aiin
sabe, a sua mãe não gosta de mim. – fez uma voz afeminada e fingiu o jogar o
cabelo pro lado.
Fer: idiota –
bati no seu braço.
...
Hoje era
quinta feira e o meu Rafa iria viajar amanhã, a greve já tinha acabado, mas hoje
ele iria
vir dormir aqui, e às 11h30min da manhã ele já ia viajar.
Fer: Cida,
eu não quero. Já disse, almocei tarde e estou sem fome.
Cida: mas
meninas, você almoçou já faz mais de três horas. Não quer ter um piripaque de
novo não é, então coma.
Fer: não quero.
– cruzei os braços e fiz um bico enorme.
Cida: não quer
que eu ligue pro Luan, ou quer??
Luan: ligar
pra que? – chegou na sala de jantar.
Fer: meu
amor – o abracei.
Cida: não vai
acreditar, ela não quer... – a interrompi.
Fer: não conta
Cida, não conta.
Luan: pode
contar Cidoca.
Comecei a
gritar que nem uma louca pra ele não ouvir, mas ele tampou a minha boca
enquanto eu babava tudo na mão dele.
Cida: ela não
quer jantar, esta fazendo o maior escândalo.
Luan: deixa
comigo que ela vai comer – sorriu pra ela que saiu. – amor vai comer.
Fer: não quero,
não quero.
Luan: porque
não?
Fer: não quero
– comecei a chorar sei la porque.
Luan: se ta
zuando né? Se ta chorando só porque não quer comer? – assenti – aii meu Deus,
que menina mais manhosa. – me pegou no colo e me colocou sentada na cadeira. –
come vai amor,
sem manhã. Se sabe que você precisa.
Fer: então come
também.
Luan: mas eu
já comi amor.
Fer: eu
também já comi na hora do almoço sabia?
Luan: mas eu
acabei de com... – o interrompi.
Fer: se você
não comer, eu não como. – fiz um bico.
Luan: sua chantagista de uma figa - fez careta e eu gargalhei servindo a comida.
Fer: melhor namorado ever.



To morta um dos melhores capitulos kkkk
ResponderExcluirLeitora nova aqui.
ResponderExcluirE vim pra ficar.
Cont mais São lindos juntos.
Eita fer. Kkkkkk
Vai fazer o luan começou.
vai fazer luan comer..
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