Fer: eu acho que a gente não
tem muita coisa pra conversar. – disse baixo.
Luan: eu sei que eu fui
grosso – chegou perto de mim – mas eu estava pilhado com tudo, e eu não suporto
ver como o meu filho está crescendo e eu não estou aqui, eu sei que a culpa é
das minhas viagens... ou melhor, do meu trabalho, mas eu queria arranjar alguém
pra por a culpa sabe? Me desculpa mesmo, por tudo.
Fer: eu até que te entendo,
mas você mesmo sabendo de toda a história da minha primeira gravidez, fez questão
de jogar na minha cara aquilo. Como se eu realmente tivesse tido a intenção
de... matar o bebê. – levantei da cama indo para mais longe dele.
Luan: eu sei, eu sei.
Vacilei, mas eu juro que não vou mais tocar nesse assunto, é um passado que você
tem que esquecer, e eu vou te ajudar. Pode contar comigo pra tudo..
Fer: obrigada – sorri de
canto
Luan: e eu queria uma trégua
eterna nessa nossa “rixa” – fez o sinal de aspas com as mãos – e é por isso que
eu decidi que não vou mais lutar pela guarda do Bê, já que não mudaria muita
coisa né?
Fer: você ta falando sério? –
o olhei com os olhos arregalados.
Luan: eu to com cara de quem
ta brincando?
Em um impulso eu pulei em
seus braços, e na hora que dei conta do que estava fazendo o soltei, ficamos
cara a cara, eu sentia sua respiração junta da minha, estávamos próximos de
mais, percebi que ele encarava a minha boca. Eu queria aquilo tanto quanto ele.
Aproximou-se mais de mim
rapidamente, me dando uma forte juntada e me beijando com voracidade, me
levando em direção á cama, sem desgrudar seus lábios dos meus.
Senti parte da cama tocar
minha panturrilha, e então ele me deitou cuidadosamente, vindo por cima ainda
me beijando.
Luan: estava com saudades -
ele sussurrou ofegante, e voltou a colar os lábios nos meus sem me dar tempo de
responder.
Passei minhas mãos por
debaixo de sua camisa e arranhei suas costas. Luan me soltou por alguns
segundos para tirar minha blusa, me deixando somente de sutiã e com meu
shortinho de malha.
Passei a mão por seu corpo,
tirei a sua camisa, e depois fui descendo pelo abdômen. Puxei a sua bermuda, e
com ajuda dele, eu a tirei.
Ele colocou o corpo dele
mais contra o meu, me apertando delicadamente contra o seu corpo. Fui beijando o
seu pescoço, mordi a ponta de sua orelha deixando ele mais arrepiado.
Ele me beijou com mais excitação.
Deslizou as mãos pelo meu corpo, e depois pela minha costa me causando arrepios,
depois beijou o meu pescoço, dava algumas mordidas, subiu mais um pouco e sussurrou
no meu ouvido:
Luan: deixa eu te amar?
– roçou nossos lábios – deixa?
Fer: eu deixo. – estava
fraca e respondi baixo.
Ele me beijou mais, e com delicadeza se pôs em
cima de mim, me beijando.
Luan acariciou toda a
lateral do meu corpo, chegando no fecho do meu sutiã ,bem no meio dos meus
seios. Olhou pra mim de um jeito safado como se me pedisse permissão.
Eu ri e mordi os lábios, e
então ele o arrancou, jogando em qualquer lugar do quarto.
Voltou a me beijar e depois
abocanhou meu seio direito, massageando o outro com a mão. Gemi alto, mas
tentava me controlar, afinal estávamos na casa de seus pais. Luan voltou a
beijar meu corpo, e depois grudou seus lábios nos meus.
Ele me deu mais um beijo, e depois tampou minha boca com uma das mãos, voltando a abocanhar
meus seios, dessa vez com mais força.
Depois de um tempo ele soltou meus seios e
trilhou com beijos até minha virilha, com delicadeza tirou meu short e assim
que viu minha calcinha de renda suspirou. Sem mais delongas ele tirou minha
calcinha, e começou penetrou dois dedos em minha vagina, enquanto com a língua “brincava”
com meu clitóris.
Luan voltou á me beijar,
eu me virei na cama, ficando por cima dele, olhei pra baixo e vi o Junior já
bem ereto, o apertei e Luan segurou o lençol com força fechando os olhos.
Tirei
sua cueca, e enquanto estimulava seu pau com a mão, beijava suas coxas, ele
tentava controlar os gemidos.
Dei um beijinho na cabecinha
do pênis de Luan, e depois de muito ele insistir coloquei seu pau na minha
boca, fazia uns movimentos de vai e vem com a boca enquanto olhava para Luan,
coloquei seu pau até a minha garganta e quase engasguei. Minhas mãos
massageavam suas bolas e o Junior ficava mais grosso a cada movimento que eu
fazia.
Ele disse que gozaria e eu
parei o que fazia, ele inverteu as posições novamente, ficando em cima de mim.
Penetrou seu pau em minha buceta de uma vez, e soltei um gritinho. Ele começou
com os movimentos devagar, e depois de um tempo ele já estava bem rápido,
estava chegando no meu ápice quando ele gozou. Pedi para que ele continuasse e
assim ele fez.
Trocamos de posições e eu
sentei no seu pau, comecei a cavalgar e depois que cansei, só rebolava apoiada
com as minhas duas mãos eu seu peitoral. As vezes rebolava rápido, as vezes
mais devagar. Chegamos ao nosso clímax juntos.
Luan: eu preciso ir. –
levantou pegando as suas coisas e eu ri irônica.
Fer: você me usou? – meus olhos
ardiam.
Ele me olhou e saiu, sem
dizer nada. Era um perfeito idiota, nós dois na verdade. Eu era a mais idiota
em acreditar nele, não acreditava no que ele acabara de fazer.
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